Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

Esperas por mim?
Onde?

Na mais longínqua clareira

De uma floresta não iluminada?


Não!

Definitivamente, NÃO!

NÃO te quero mais!

NÃO te acompanho mais!

...

Enquanto não botar a Luz

Que aclare os meus caminhos

Tão íngremes

Como os rochedos do Cáucaso,

Onde a Morte e a ressurreição

Me esperam…ao lado de Prometeu.

IR

2 comentários:

AC disse...

Descobri a sua poesia quase por acaso. Surpreendente, no mínimo. Vou ficar atento.
Bj

Isabel Rosete disse...

Muito obrigada.
Um abraço,
IR