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domingo, 27 de junho de 2010

O vento move as areias soltas.
As ondas, alterosas, espantam
As gaivotas, sedentas de sustento.

O Sol, reflecte-se nas águas,
Ainda, límpidas,
Em perpétuo movimento.

As conchas, espalhadas na beira das parias,
Guardam a memória dos passos corridos
E exaltados dos amantes
Que as suas marcas não apagaram.

Isabel Rosete
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