VideoBar

Este conteúdo ainda não se encontra disponível em ligações encriptadas.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012



"TREVAS DA IGNORÂNCIA", por Isabel Rosete

"Mais um dia de Sol resplandece
Por entre as límpidas águas
- Deste mar onde lavo as minhas mãos,
Que agora escrevem no alvor da Criação -
Tão puras, tão instáveis, tão revoltosas...

Tão movediças e inquietantes quanto o próprio Homem.

Ah, mas..., já não há Sol a iluminar as mentes tenebrosas
Há muito minadas pelas trevas da Ignorância,
Esse estado próprio do pensamento vazio!

Ah, mas..., já não há Sol a entrar pelas vidraças
Húmidas e tristes das casas cinzentas
Votadas ao abandono pela (des)habitação do Humano!

Ah, mas..., já não há Sol a acalentar os corações jazidos
Pelo ódio ainda não arrefecido,
Pela vingança irreflectida dos espíritos acobardados!"

Isabel Rosete
Enviar um comentário