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sábado, 15 de maio de 2010

Amo o desassossego da paixão,

A vertigem abissal dos sentires
No turbilhão imparável dos desejos,
Que as almas inquieta
E os corpos des-espera.

Movem-se os corações
No eterno desalento do anseio,
Nunca saciado,
Sempre desperto,
Nunca realizado
Na plenitude dos sentires.

Isabel Rosete
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