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terça-feira, 15 de junho de 2010

Não sabeis que a Vida
E a Morte se completam,
Pobres gentes de rosto encoberto?

O que fazeis neste mundo,
Assim desvairados,
Se o outro não vos espera?
E mesmo que um outro exista,
Lá, nesse outro, seja ele qual for,
Não tendes lugar!

Sois apátridas,
Sois atopos,
Pedaços dispersos, sem ordem,
Sem autoridade, seja para o que for.

Não viveis.
Apenas vegetais, por aí,
De um modo qualquer
Que não é, nem o vosso,
Nem o de NINGUÉM.
Porque NINGUÉM sois!

Isabel Rosete
06/01/2009
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