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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Os teus doces beijos,
Meu Amor,
Enaltecem a minha alma
Que por eles sempre anseia
E chora.
São o seu sustento vigoroso,
A fonte da sua paz eterna.

Beija-me, sempre, meu Amor,
Ardentemente,
No calor
Do teu colo erecto de pura sensualidade,
Que me afaga e aconchega,
Numa espécie de serenidade perpétua.

Sem os teus beijos,
Meu Amor,
Sufoco na solidão
De um estar cada vez mais só
E o vazio da minha existência assoma.

Beija-me, sempre,
Meu Amor,
Como se cada beijo
Fosse o último,
O derradeiro do nosso estar
Tão inconstante.

IR, 7/4/2008
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