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domingo, 9 de dezembro de 2007

Amo a transparência ...

Amo a transparência
A lucidez das formas
A visibilidade dos conteúdos

Amo o Mar
O pôr-do-sol,
Reflectido nas águas cristalinas

Amo o vento
Que espalha as areias,
Pelas praias desertas

Amo a Vida
Perdida,
Em todos os rumos
Procurada,
Em todas as veias
Ainda não dilaceradas…

Amo os Amores
Os meus,
Que vão e vêm
Os dos outros,
Que estão aí
E alimentam a roda do mundo

Amo a criação
“Des-veladora” do Ser de cada ente
Que ganha forma
Num Mundo
Jamais feito à nossa medida…

Num Mundo
Castrador dos pensamentos
Livres e abertos,
Intolerante perante os actos mais arrojados
Diferentes
In-habituias…

Num Mundo que não comporta a excentricidade
Nem a identidade
Nem a alteridade
Nem nada…
Para além do imposto
Do instituído
Do convencionado…


Isabel Rosete
18/10/07
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