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sábado, 20 de novembro de 2010

Os olhos quadrados, míopes e estrábicos,

Proliferam por este mundo da anarquia intelectual

E do des-atino axiológico.



A Razão não é mais distribuída

De igual forma por todos os homens,

À beira da falência da Humanidade

Que não mais os habita!



O que esperamos desta Humanidade

Assim transviada?



O que esperamos deste Mundo cruel,

Indigno para os seres-puros?



O que esperamos da ausência de senso

Dos que, pressupostamente,

Comandam as nossas Vidas?



Esperança! Mas, que Esperança?

A da mudança do caos para a ordem?



Instalado o Caos, como ordem,

Apenas nos resta permanecermos

No vislumbre de qualquer expectativa,

Quiçá, possível?

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