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sábado, 20 de novembro de 2010

VAZIO DO INTELECTO, IR

Os livros que não li

Povoam a minha Alma,

Em noites de solidão,

Onde a dor de pensar

Se manifesta com veemência.


De que falarão?


Vejo os índices.

Os temas surgem,

Em catadupa, cada um um,

À sua maneira,

Com o seu interesse muito particular.



Tudo quero ler,

Num instante,

Como se o tempo passasse



E nada pudesse permanecer

Guardado na minha memória.



Se não os leio,

Como preencherei

O resto do vazio do meu intelecto

Sempre

Insatisfeiro?



Ali estão

Os livros que não li

À minha espera nas estantes

Da minha bilbioteca,

De todas as bibliotectas

Vistas, conjecturadas…!



Apelam-me!

Mas são tantos, ainda!

IR
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