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sexta-feira, 4 de maio de 2012



As árvores despidas pelos ventos do Norte
Acolhem as aves migratórias que à Natureza doam
Os mais nobres frutos do re-nascer sazonal.
A Terra abraça no seu doce leito
As mais tenras crias que suspiram pela Liberdade
Numa tarde de imensa Alegria.

Isabel Rosete, Ílhavo, s.d.
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