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terça-feira, 5 de junho de 2012


MEMÓRIAS INTEMPORAIS, por IR


Amo-te nesses recantos de luz e sombra
Escrevendo em sobressalto,
Invadindo os confins do Cosmos
Onde o Amor é completamente livre.
Aí, não o temo!
Recolho-o em todas as suas extensões
E formas, em todos os seus tentáculos.
Entro num estado pleno de polvo andante,
- Mais ou menos desconcertado -
Pelos caminhos dos seus braços:
Os da graça de um Amor, quiçá perene,
Eterno – aquele que desejo possuir
Até ao fim da minha existência consciente.

Já não fujo nem de mim, nem de ti,
Nem da Vida, nem da Morte, nem dos entre – estádios.
Cheguei à Eternidade pelas nossas escritas
De dizere(s), para sempre, no silêncio dos nossos segredos
Guardados em memórias intemporais.
E assim te amo na plena ausência de todos os limites.

IR, Ílhavo, 09/02/2011
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