terça-feira, 30 de agosto de 2016

BIRD Magazine: «A POESIA E AS “VOZES DO MEU PENSAMENTO”»

BIRD Magazine: «A POESIA E AS “VOZES DO MEU PENSAMENTO”»: ISABEL ROSETE Reunimo-nos, por vezes, para celebrar a Poesia: aquando do lançamento de um livro da nossa autoria; aquando da homenagem ...

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

"DA ARTE E DO ARTISTA", por Isabel Rosete



«AS VOZES DA FILOSOFIA E DA POESIA, DAS ARTES, AS MINHAS E AS DE ALGUNS OUTROS (poucos, infelizmente), NUNCA SE CALAM! SEMPRE DIZEM A VERDADE/REALIDADE QUE, À SUPOSTA NORMALIDADE E AO DITO POLITICAMENTE CORRECTO, NÃO CONVÉM.
VIVA A "ANORMALIDADE"! VIVA A SAUDÁVEL "LOUCURA" DA RAZÃO DESPERTA!»
Isabel Rosete

segunda-feira, 18 de julho de 2016

BIRD Magazine: TÓPICAS DO TEMPO, por Isabel Rosete e IR [1]

BIRD Magazine: TÓPICAS DO TEMPO, por Isabel Rosete e IR [1]: ISABEL ROSETE Cogitar, estar, vaguear… ou, simplesmente, vacilar entre o amargo de boca do fel e o doce do mel, são estádios existencia...

segunda-feira, 4 de abril de 2016

BIRD Magazine: CELEBRANDO OS 100 ANOS DO NASCIMENTO DE VERGÍLIO F...

BIRD Magazine: CELEBRANDO OS 100 ANOS DO NASCIMENTO DE VERGÍLIO F...: «No momento exacto em que o projecto romanesco nacional, como eco do único projecto social e historicamente significante, tentava dissolve...

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

António Pinho Vargas - uma já antiga (guitar)



"NADA É ANTIGO", por Isabel Rosete
(Sob a inspiração de António Pinho Vargas)

«Nada é antigo.
Nada é extemporâneo.
O Tempo tem o seu tempo
Em todo o tempo sem barreiras físicas,
Sem freios de qualquer espécie.
O Tempo dá-se no devir de si próprio,
Corre e percorre-nos
Num presente que é passado e futuro.»
Isabel Rosete

António Pinho Vargas - La Corazon



"O MEU PEITO DESTROÇADO", por Isabel Rosete
(Sob a inspiração de António Pinho Vargas)



«O meu coração vive partido
Nas sombras de um amor
Que não chega
Em reflexos encadeado.
Não sei o que é feito dele!
Não sei se se perdeu
Por entre as vagas alterosas,
Ou por entre as correntes alvoraçadas
Daquele mar vazio de emoções,
De cristais que brilham ao anoitecer
Quando só a Música se houve,
Ao longe, como um chamamento
Encantatório, que brilha, indelével,
No meu peito destroçado.»
Isabel Rosete

Canço nr. VI & Historia de un amor - Bernardo Sassetti







"A BERNARDO SASSETTI", por Isabel Rosete

«Tão leve, tão saltitante
Em palpitações sem receios,
O rapaz da camisola preta corre
Atrás do balão que das suas mãos
Se soltou. Para onde vai?
Em que direcção se move?
Em que sentido balança?
O Céu é tão grande!»
Isabel Rosete
03/11/2015

Bernardo Sassetti - Da Noite - Ao Silêncio






«Na Noite de um qualquer Silêncio,
Remoto ou não - sei lá!
Foste-te desta Vida, em modo de suicídio consciente,
Quiçá para uma outra qualquer Vida,
Quiçá para outra qualquer Morte,
Quiçá por uma história de Amor vivida em cansaço,
Quiçá por uma história de Amor não vivida
Ou vivida em qualquer Morte,
Na qual pensaste ou nunca havias pensado.
Mas, pensaste, com certeza, pela tua música introspectiva,
Melancólica, branca e preta, por onde deslizam os teus dedos
Nas teclas do piano, das mesmas cores, que deixaste só.
Não sei! Não sei! Foste, mas ficaste!
Aqui estou contigo, Bernardo Sassetti!
Em espelhos e reflexos, tão vivos quanto mortos,
Em movimentos circulares, rectilíneos - sei lá!
Aqui estou contigo, Bernardo Sassetti!»
Isabel Rosete
03/11/2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

"QUANTOS ERROS"
Por IR/Semi-heterónimo de Isabel Rosete

«Não quero que pranteiem a minha morte.
Odeio essas lágrimas mórbidas que nada significam,
Esses meros pedaços de nada das mentes
Que sempre me ultrajaram e nunca me acudiram.


Glorifiquem, venerem, os Pensamentos que tive
E nunca escrevi!
Passados quarenta e nove anos
Desta minha existência conturbada, é o que vos peço.

- Quantos erros não cometi?
- Quantos, ainda, não irei cometer?



Sou a réplica perfeita de um alma que chora,
Por não ser compreendida.
Não tenho a paz perpétua.
Não deixo outros opúsculos.
Apenas, alguns pensamentos dispersos.
A quem os ler, resta encontrar a lógica,
O sentido de tantos retalhos e atalhos
Que, nem sempre, fui capaz de unir.
O timbre do tédio regista-se na minha mente,

Onde já não cabe mais um ínfimo resquício de esperança.
Ah, como me revejo em Sócrates
E nessa ideia da Morte, para este mundo insano,
Como um Bem Supremo!»
IR