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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

No Silêncio dos mortos
Encontro todos os pares
Da minha famigerada Alma
Em trânsito
Em dilema
Em inquietação…

Quando em Paz regresso
A serenidade instala-se.
Vivo a plena Alegria de todos os
Re-nascimentos
Ressurreições
Re-novações…

Qual Cristo na cruz pregado
Mas
Vivo
Sempre!

Pressente na ausência
Do seu ser, cheio
Indelevelmente ancorado
Em todos os postes
Dos Espíritos abandonados

Isabel Rosete
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