Somos amantes
Inter-seccionados.
Esquecemos o Mundo.
Fechamo-nos
Nas nossas próprias conchas.
Esquecemos os Homens.
Queremos ser só nós.
Nada mais importa!
O Amor preenche-nos.
Por completo
Alimenta
Os nossos corpos
Ardentes,
As nossas almas
Inundadas
De intensa alucinação.
Temo-nos,
Apenas,
Um ao outro.
E isso basta-nos.
É mais do que Tudo.
Está para além do Nada.
Tornamo-nos esféricos
Auto-suficientes.
Esquecemos o Universo.
Permanecemos
Em todos os espaços.
Somos o mesmo corpo
A mesma alma
O mesmo sangue
O mesmo plasma
A mesma pele...
Somos um só organismo
Que se auto-preenche,
Prenhe de fertilidade.
Esquecemos a Vida,
Vadia,
Repleta de futilidades.
Esquecemos a morte
Somos eternos!
Isabel Rosete
O meu pensamento dita e as minhas mãos escrevem-no na transparência de cada palavra, na lucidez minuciosa de cada sílaba, na singela pureza de cada vogal, na sinceridade de cada consoante. Isabel Rosete
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
IDENTIDADE
Assumir, convictamente, a Identidade…! Seguramente o maior esforço de todo o ser humano sobrevivente neste Mundo de falsas identidades ou de identidades camufladas, fundeadas no espaço camaleónico das diferenças não aceites, da imposição de um padrão comum de rótulos pré-determinados, do estereotipado, onde não lugar para o ser-si-mesmo, nesta sociedade do “parecer-ser”, em nome de um tal “bem-estar” comum que, na generalidade, não passa de uma mera utopia demagógica.
Vigora, por entre os espíritos dis-persos, a mais deslavada hipocrisia anulativa das dissemelhanças, da diversidade, que faz a singela Beleza intrínseca à essência do Universo físico e humano, a que não pertencemos mais.
Adulterámos as Leis da Natureza. Instaurámos o caos cósmico. A isso, chamamos progresso! Mas, que progresso? O da rarefação da camada de Ozono? O do efeito de estufa ou do degelo dos oceanos? O do des-equilíbrio dos ecossistemas? O da miséria das crianças sub-nutridas? O dos Povos famintos? O da infelicidade dos Homens que clamam o Paraíso perdido?
O “progresso” da irracionalidade, das mentes inconscientes, dos pensamentos corroídos pelo ódio, instaurou-se, definitivamente, no seio desta massa humana, indefesa, des-norteada, que hoje somos.
Coitados dos homens! Tão potentes e tão frágeis, ao mesmo tempo! Meras peças soltas do grande puzzle, do puzzle universal, onde já não se encaixam mais.
Somos mero pó, cinzas dispersas, em incandescência dissonante. Brilho(s) opaco(s) dos restos do lixo cósmico, em degeneração total.
Corremos pelos leitos de todos os rios, que, no mar, não deságuam mais. Perdemo-nos de nós mesmos! Não nos encontramos mais! Rodopiamos num círculo imperfeito de esferas des-encontradas, de espaços sem intersecção, indefinidos, incertos, indeterminados, mas, ao mesmo tempo, “extra-ordinários”, libidinais, irascíveis e concupiscentes.
Erramos, navegamos… pelos espaços infindos da imaginação. Buscamos o Infinito, o Eterno, o Imutável. Projectamos um futuro outro, apenas existente no mundo ficcional de todos os nossos sonhos: do “princípio da realidade” se afastam, para erguerem, sempre, o “princípio do prazer”.
Velejamos por todos os mares. Pairamos por todos os espaços siderais. Percorremos todos os caminhos da Floresta, sempre paralelos, sempre descontínuos. A escolha não é mais possível!
Esmagamos um Ego desesperado, descentrado de si mesmo, tão narcísico quanto paradoxal. E, no entanto, ainda somos aves de rapina, predadores universais, dominadores de todas as possíveis presas, dissimulados num habitat, que já não é mais natural.
Percorremos todos os atalhos e edificamos uma nova ordem: a da caoticidade global. E, no entanto, ainda somos apelidados de “animais racionais”!
Que racionalidade é essa, criadora de um tempo de infortúnio? Que racionalidade é essa, geradora de todas as misérias? Que racionalidade é esta re-veladora da massa indigente das gentes vagueantes, bicéfalas, sem Identidade?
Isabel Rosete
Assumir, convictamente, a Identidade…! Seguramente o maior esforço de todo o ser humano sobrevivente neste Mundo de falsas identidades ou de identidades camufladas, fundeadas no espaço camaleónico das diferenças não aceites, da imposição de um padrão comum de rótulos pré-determinados, do estereotipado, onde não lugar para o ser-si-mesmo, nesta sociedade do “parecer-ser”, em nome de um tal “bem-estar” comum que, na generalidade, não passa de uma mera utopia demagógica.
Vigora, por entre os espíritos dis-persos, a mais deslavada hipocrisia anulativa das dissemelhanças, da diversidade, que faz a singela Beleza intrínseca à essência do Universo físico e humano, a que não pertencemos mais.
Adulterámos as Leis da Natureza. Instaurámos o caos cósmico. A isso, chamamos progresso! Mas, que progresso? O da rarefação da camada de Ozono? O do efeito de estufa ou do degelo dos oceanos? O do des-equilíbrio dos ecossistemas? O da miséria das crianças sub-nutridas? O dos Povos famintos? O da infelicidade dos Homens que clamam o Paraíso perdido?
O “progresso” da irracionalidade, das mentes inconscientes, dos pensamentos corroídos pelo ódio, instaurou-se, definitivamente, no seio desta massa humana, indefesa, des-norteada, que hoje somos.
Coitados dos homens! Tão potentes e tão frágeis, ao mesmo tempo! Meras peças soltas do grande puzzle, do puzzle universal, onde já não se encaixam mais.
Somos mero pó, cinzas dispersas, em incandescência dissonante. Brilho(s) opaco(s) dos restos do lixo cósmico, em degeneração total.
Corremos pelos leitos de todos os rios, que, no mar, não deságuam mais. Perdemo-nos de nós mesmos! Não nos encontramos mais! Rodopiamos num círculo imperfeito de esferas des-encontradas, de espaços sem intersecção, indefinidos, incertos, indeterminados, mas, ao mesmo tempo, “extra-ordinários”, libidinais, irascíveis e concupiscentes.
Erramos, navegamos… pelos espaços infindos da imaginação. Buscamos o Infinito, o Eterno, o Imutável. Projectamos um futuro outro, apenas existente no mundo ficcional de todos os nossos sonhos: do “princípio da realidade” se afastam, para erguerem, sempre, o “princípio do prazer”.
Velejamos por todos os mares. Pairamos por todos os espaços siderais. Percorremos todos os caminhos da Floresta, sempre paralelos, sempre descontínuos. A escolha não é mais possível!
Esmagamos um Ego desesperado, descentrado de si mesmo, tão narcísico quanto paradoxal. E, no entanto, ainda somos aves de rapina, predadores universais, dominadores de todas as possíveis presas, dissimulados num habitat, que já não é mais natural.
Percorremos todos os atalhos e edificamos uma nova ordem: a da caoticidade global. E, no entanto, ainda somos apelidados de “animais racionais”!
Que racionalidade é essa, criadora de um tempo de infortúnio? Que racionalidade é essa, geradora de todas as misérias? Que racionalidade é esta re-veladora da massa indigente das gentes vagueantes, bicéfalas, sem Identidade?
Isabel Rosete
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Auto-Retrato
Escrevo até à exaustão do sentir.
Em cada noite que permaneço
Em estado de alerta,
Acompanham-me as estrelas,
A Lua, a chuva, as tempestades,
O silêncio,
Que a paz me traz
E a minha lucidez engrandece.
As palavras sempre fluem,
Soltas,
Dispersas ou conjugadas.
O sono teima em não chegar
Face a essa ânsia
Incontrolável
Do pensamento que quer ser dito,
Da voz que se quer erguer
No silêncio dos orbes celestes.
Tudo é fonte de inspiração.
Tudo impele ao mais simples
E ao mais entrelaçado
Dos modos do Dizer.
Todo o pensado
Deve ser dito.
Tem que ser dito.
Deve ser dito (repito).
O pensamento
Comanda a mão que,
Tremulamente,
Escreve.
Um pensamento redondo
Que jamais se quer conter
No seio dos limites esferoidais
Da circunferência que o envolve.
As ideias rodopiam.
Tornam-se visíveis.
Mostram-se ao Mundo.
O meu pensamento
Não quer calar mais a sua voz.
Grita,
Expande-se,
Exterioriza-se.
Com outros pensamentos
Se pretende entrecruzar,
Para recolher
A mais nobre seiva de outras mentes,
Monadologicamente conjugadas,
Com portas e janelas
Viradas para o Aberto
Do esplendor da Criação.
O Pensamento é a mais preciosa lente
De observação do Mundo.
Em si mesmo,
Todos os pormenores pode acolher
Des-construir
Editar e re-editar.
Dentro de si,
Todas as essências pode acolher.
Sem limites,
Navega o meu pensamento.
Sempre na ânsia de percorrer
Todos os mundos possíveis,
Determinado por um sentido universal
E universalizante.
Quer abarcar o Todo,
Sem deixar nada de fora.
Aos insondáveis mistérios
Se dirige
Com uma curiosidade infinita.
Os segredos do Universo
Quer desvendar,
Não para o manipular,
Mas para o salvaguardar da originariedade
Que ainda lhe resta.
Tudo dentro de mim!
Nada fora de mim!
Eis o lema que,
Sempre,
Me persegue.
É megalómano?
Sem dúvida…
Não se desfaz
Na quebra das ondas,
Nem na alternância das marés.
Permanece, aí,
Convicto da sua missão:
Observar e dizer o Mundo,
Ritmicamente,
Sem má fé,
Sem pré-conceitos.
Com racionalidade,
Sensatez e originalidade.
Isabel Rosete
Escrevo até à exaustão do sentir.
Em cada noite que permaneço
Em estado de alerta,
Acompanham-me as estrelas,
A Lua, a chuva, as tempestades,
O silêncio,
Que a paz me traz
E a minha lucidez engrandece.
As palavras sempre fluem,
Soltas,
Dispersas ou conjugadas.
O sono teima em não chegar
Face a essa ânsia
Incontrolável
Do pensamento que quer ser dito,
Da voz que se quer erguer
No silêncio dos orbes celestes.
Tudo é fonte de inspiração.
Tudo impele ao mais simples
E ao mais entrelaçado
Dos modos do Dizer.
Todo o pensado
Deve ser dito.
Tem que ser dito.
Deve ser dito (repito).
O pensamento
Comanda a mão que,
Tremulamente,
Escreve.
Um pensamento redondo
Que jamais se quer conter
No seio dos limites esferoidais
Da circunferência que o envolve.
As ideias rodopiam.
Tornam-se visíveis.
Mostram-se ao Mundo.
O meu pensamento
Não quer calar mais a sua voz.
Grita,
Expande-se,
Exterioriza-se.
Com outros pensamentos
Se pretende entrecruzar,
Para recolher
A mais nobre seiva de outras mentes,
Monadologicamente conjugadas,
Com portas e janelas
Viradas para o Aberto
Do esplendor da Criação.
O Pensamento é a mais preciosa lente
De observação do Mundo.
Em si mesmo,
Todos os pormenores pode acolher
Des-construir
Editar e re-editar.
Dentro de si,
Todas as essências pode acolher.
Sem limites,
Navega o meu pensamento.
Sempre na ânsia de percorrer
Todos os mundos possíveis,
Determinado por um sentido universal
E universalizante.
Quer abarcar o Todo,
Sem deixar nada de fora.
Aos insondáveis mistérios
Se dirige
Com uma curiosidade infinita.
Os segredos do Universo
Quer desvendar,
Não para o manipular,
Mas para o salvaguardar da originariedade
Que ainda lhe resta.
Tudo dentro de mim!
Nada fora de mim!
Eis o lema que,
Sempre,
Me persegue.
É megalómano?
Sem dúvida…
Não se desfaz
Na quebra das ondas,
Nem na alternância das marés.
Permanece, aí,
Convicto da sua missão:
Observar e dizer o Mundo,
Ritmicamente,
Sem má fé,
Sem pré-conceitos.
Com racionalidade,
Sensatez e originalidade.
Isabel Rosete
A transparência da minha alma
Conduz-me a todos os lugares
Desconhecidos
A todos os espaços não-visitados
Ao infinito do Infinito
Da minha própria existência,
Tão efémera e tão circunscrita…
A proximidade da Morte
Torna-se-me clara…
Porque a desejo
Como o último reduto
Da minha salvação possível.
Sobreviver à vivência do Nada
É um estado vegetativo.
Aqui,
A depressão ocorre
Na sua esmagadora infinitude…
Espero pela morte…
Um momento de glória eterna…!
Isabel Rosete
Conduz-me a todos os lugares
Desconhecidos
A todos os espaços não-visitados
Ao infinito do Infinito
Da minha própria existência,
Tão efémera e tão circunscrita…
A proximidade da Morte
Torna-se-me clara…
Porque a desejo
Como o último reduto
Da minha salvação possível.
Sobreviver à vivência do Nada
É um estado vegetativo.
Aqui,
A depressão ocorre
Na sua esmagadora infinitude…
Espero pela morte…
Um momento de glória eterna…!
Isabel Rosete
Somos tão ilusoriamente
Obcecados pela “normalidade”
Como se, de facto, a “normalidade” existisse!
O que é a “normalidade”?
Respondei-me, se sois capazes!
Escuto. Paro. Vejo!
Concentro-me na “normalidade” dos Homens…
Não passamos, assim o constato,
De complexos físico-químicos,
De um conjunto de átomos e de moléculas,
Organizados de uma determinada forma.
Aí está, a nossa “normalidade”.
E o resto?
O resto…
São meras variações de uma fórmula comum.
É simples, não é?
“Atroz”: é o adjectivo que devemos utilizar
Para quem é incapaz de percepcionar a diferença,
Dentro disso a que chamam “normalidade.
Isabel Rosete
Obcecados pela “normalidade”
Como se, de facto, a “normalidade” existisse!
O que é a “normalidade”?
Respondei-me, se sois capazes!
Escuto. Paro. Vejo!
Concentro-me na “normalidade” dos Homens…
Não passamos, assim o constato,
De complexos físico-químicos,
De um conjunto de átomos e de moléculas,
Organizados de uma determinada forma.
Aí está, a nossa “normalidade”.
E o resto?
O resto…
São meras variações de uma fórmula comum.
É simples, não é?
“Atroz”: é o adjectivo que devemos utilizar
Para quem é incapaz de percepcionar a diferença,
Dentro disso a que chamam “normalidade.
Isabel Rosete
Não quero que prantem a minha morte.
Odeio essas lágrimas mórbidas
Que nada significam.
Esses meros pedaços de nada
Das mentes
Que sempre me ultrajaram
E nunca me acudiram.
Glorifiquem, venerem…
Os Pensamentos que tive
E nunca escrevi.
Passados quarenta e dois anos,
Desta minha existência conturbada,
É o que vos peço.
Quantos erros não cometi?
Quantos, ainda, não irei cometer?
Sou a réplica perfeita de um alma que chora,
Por não ser compreendida.
Não tenho a paz perpétua.
Não deixo outros opúsculos.
Apenas, alguns pensamentos dispersos.
A quem os ler,
Resta encontrar a lógica,
O sentido de tantos retalhos e atalhos
Que, nem sempre, fui capaz de unir…
O timbre do tédio regista-se na minha mente,
Onde já não cabe mais um ínfimo resquício de esperança.
Como me revejo em Sócrates
E nessa ideia da Morte como um Bem,
Supremo!
Isabel Rosete
Odeio essas lágrimas mórbidas
Que nada significam.
Esses meros pedaços de nada
Das mentes
Que sempre me ultrajaram
E nunca me acudiram.
Glorifiquem, venerem…
Os Pensamentos que tive
E nunca escrevi.
Passados quarenta e dois anos,
Desta minha existência conturbada,
É o que vos peço.
Quantos erros não cometi?
Quantos, ainda, não irei cometer?
Sou a réplica perfeita de um alma que chora,
Por não ser compreendida.
Não tenho a paz perpétua.
Não deixo outros opúsculos.
Apenas, alguns pensamentos dispersos.
A quem os ler,
Resta encontrar a lógica,
O sentido de tantos retalhos e atalhos
Que, nem sempre, fui capaz de unir…
O timbre do tédio regista-se na minha mente,
Onde já não cabe mais um ínfimo resquício de esperança.
Como me revejo em Sócrates
E nessa ideia da Morte como um Bem,
Supremo!
Isabel Rosete
Não quero que prantem a minha morte.
Odeio essas lágrimas mórbidas
Que nada significam.
Esses meros pedaços de nada
Das mentes
Que sempre me ultrajaram
E nunca me acudiram.
Glorifiquem, venerem…
Os Pensamentos que tive
E nunca escrevi.
Passados quarenta e dois anos,
Desta minha existência conturbada,
É o que vos peço.
Quantos erros não cometi?
Quantos, ainda, não irei cometer?
Sou a réplica perfeita de um alma que chora,
Por não ser compreendida.
Não tenho a paz perpétua.
Não deixo outros opúsculos.
Apenas, alguns pensamentos dispersos.
A quem os ler,
Resta encontrar a lógica,
O sentido de tantos retalhos e atalhos
Que, nem sempre, fui capaz de unir…
O timbre do tédio regista-se na minha mente,
Onde já não cabe mais um ínfimo resquício de esperança.
Como me revejo em Sócrates
E nessa ideia da Morte como um Bem,
Supremo!
Isabel Rosete
Odeio essas lágrimas mórbidas
Que nada significam.
Esses meros pedaços de nada
Das mentes
Que sempre me ultrajaram
E nunca me acudiram.
Glorifiquem, venerem…
Os Pensamentos que tive
E nunca escrevi.
Passados quarenta e dois anos,
Desta minha existência conturbada,
É o que vos peço.
Quantos erros não cometi?
Quantos, ainda, não irei cometer?
Sou a réplica perfeita de um alma que chora,
Por não ser compreendida.
Não tenho a paz perpétua.
Não deixo outros opúsculos.
Apenas, alguns pensamentos dispersos.
A quem os ler,
Resta encontrar a lógica,
O sentido de tantos retalhos e atalhos
Que, nem sempre, fui capaz de unir…
O timbre do tédio regista-se na minha mente,
Onde já não cabe mais um ínfimo resquício de esperança.
Como me revejo em Sócrates
E nessa ideia da Morte como um Bem,
Supremo!
Isabel Rosete
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Aos Poetas
Sejamos Poetas de Corpo e Alma
Em nome do Verbo
Que cria e manifesta
As essências das coisas-mesmas
Sem disfarces
Ilusões
Ou obscuridade.
Sejamos Poetas
De Espírito erguido
Arautos da Verdade
Des-veladores de enigmas
Redentores do acaso.
Sejamos Poetas
Anjos-da-guarda das mentes míopes
Dos ouvidos moucos
Dos corações petrificados
Pela dor
Pela des-ventura
Ou pela in-felicidade...
Isabel Rosete
(Acabado de escrever, neste preciso momento em que respondo à mensagem do escritor Douglas Lara, 14 de Março, dia Nacional da Poesia no Brasil)
14/03/2009
Sejamos Poetas de Corpo e Alma
Em nome do Verbo
Que cria e manifesta
As essências das coisas-mesmas
Sem disfarces
Ilusões
Ou obscuridade.
Sejamos Poetas
De Espírito erguido
Arautos da Verdade
Des-veladores de enigmas
Redentores do acaso.
Sejamos Poetas
Anjos-da-guarda das mentes míopes
Dos ouvidos moucos
Dos corações petrificados
Pela dor
Pela des-ventura
Ou pela in-felicidade...
Isabel Rosete
(Acabado de escrever, neste preciso momento em que respondo à mensagem do escritor Douglas Lara, 14 de Março, dia Nacional da Poesia no Brasil)
14/03/2009
A dança induz o corpo
Aos movimentos,
Ainda, não des-velados;
Aos estados da alma
Ainda, não des-ocultados,
Porque os manifesta,
Porque os torna vivos,
Numa descoberta,
Permanente,
Do sentir e dos sentidos,
Holisticamente conjugados.
A música embala,
Move e comove,
Numa dimensão universal,
Que corpos e almas harmoniza,
Em plena comunhão,
De um ser e estar único.
Isabel Rosete
01/05/2009
Aos movimentos,
Ainda, não des-velados;
Aos estados da alma
Ainda, não des-ocultados,
Porque os manifesta,
Porque os torna vivos,
Numa descoberta,
Permanente,
Do sentir e dos sentidos,
Holisticamente conjugados.
A música embala,
Move e comove,
Numa dimensão universal,
Que corpos e almas harmoniza,
Em plena comunhão,
De um ser e estar único.
Isabel Rosete
01/05/2009
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