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quarta-feira, 5 de março de 2008

A Alma humana
Destituiu-se de si….

Paira
Na bruma
Das tardes cinzentas
Sem tranquilidade
Sem paz…

Percorre
Os infinitos caminhos do Mundo
As estradas desertas
Sem rumo determinado…

Procura o Paraíso perdido
Em todos os corpos outros
Sem saber
Qual a sua linhagem…

Ofusca-se
Com os raios do Sol…

Vagueia
Pelas ondas imensas
Do mar revoltoso
Companheiro dos ventos do Norte…

Tudo arrastam
Movem
Deslocam…

No redemoinho universal
Da Vida
Que rodopia
Em todos os espaços
Por todos os lugares…

Isabel Rosete
06/07/07
22/02/08
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