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terça-feira, 17 de janeiro de 2012


São tantas as recordações das nossas fantasias
Deixadas em cada pétala que ainda não murchou,
Em cada folha ainda não enrugada pelo orvalho
Matinal a que sempre resiste!

Regressa a cor própria da Alegria esfuziante
E aquela necessidade imperiosa de cantar,
Que sempre afasta os abutres disfarçados
Sedentos do nosso sangue.

Dançamos, dançamos, dançamos...
Nas dunas junto àquela praia que sempre
Escondeu os nossos corpos nus
Banhados pelo suor sedoso que os nutre.

IR, Ílhavo, 15/02/2011
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