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domingo, 7 de dezembro de 2008

O Mundo irradia futilidade,
Respira vulgaridade,
Sempre que se esconde a Verdade.

Perdemo-nos das essências,
Das coisas simples,
Que atrofiadas crescem,
Nas sombras ocultas do Nada.

Dispersos,
Pairamos,
Pelas encruzilhadas
Da Morte e da Vida.

Perdemos o Ser,
Vagueamos,
Sem sabermos mais o que somos.

Isabel Rosete
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