domingo, 7 de dezembro de 2008

O Mundo irradia futilidade,
Respira vulgaridade,
Sempre que se esconde a Verdade.

Perdemo-nos das essências,
Das coisas simples,
Que atrofiadas crescem,
Nas sombras ocultas do Nada.

Dispersos,
Pairamos,
Pelas encruzilhadas
Da Morte e da Vida.

Perdemos o Ser,
Vagueamos,
Sem sabermos mais o que somos.

Isabel Rosete

4 comentários:

Anónimo disse...

Parabéns!
Gostei de ler.

Anónimo disse...

Olá Professora, gostei muito, parabéns.

Continue...
__________________
Nuno Coutinho,

Anónimo disse...

Sem querer de algum modo ser um incómodo, faria um apelo à visita do link abaixo referido.

http://ponto-travessao-perdao.blogspot.com/

Agradecido pela sua atenção. Nem que seja somente a atenção gasta nos segundos em que leu estas poucas frases.

gisela disse...

gosto muito como escreves, muito profundo e realista...passa no meu blog esta la um desafio...