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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Pensamentos dispersos, por Isabel Rosete
24/01/08

Pensar um mundo que não é meu? Para quê? Interrogações existenciais corem, em cadeia, por este meu espírito em constante devir. Não sossega perante nada, nem ninguém, nem mesmo quando os olhos se fecham e procuram dormir. Sempre observador, nada lhe escapa. Tudo o move ao permanente estado de questionação, de dúvida por vezes céptica, por vezes metódica , de crítica, de meditação.

Nunca se acomoda, este meu pensamento. Vive em rebeldia perene. Nunca está satisfeito, nunca entra em estado de serenidade, mesmo que a paz nele assome, durante escassos instantes. Não pára! Não pára! Não se acomoda! Não se acomoda!

Vê sempre um “porquê” na transparência das coisas, desde as mais simples e singelas, até às mais complexas, conflituosas ou dilemáticas.

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