
Movo-me no âmago amargo
Do fingimento alheio.
Ergo-me com o escudo da Verdade,
Que nem sempre vence,
Nesta cova de Leões
Protagonizada
Pela vã glória.
Isabel Rosete
O meu pensamento dita e as minhas mãos escrevem-no na transparência de cada palavra, na lucidez minuciosa de cada sílaba, na singela pureza de cada vogal, na sinceridade de cada consoante. Isabel Rosete