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domingo, 23 de março de 2008

Nada me resta
A não ser suportar
Este sofrimento
Que me persegue
De forma continuada

Amarrada me mantém
À ideia da efemeridade da Vida
Sentida no seio da incompletude do Nada

O passado
Assoma
Num espaço longínquo
Como se de outra vida
Falasse…

Não me inquieta
Mostra-me um outro Eu
Deixado num tempo
Que já não é
E que não voltará a ser mais

Esfuma-se
Presentifica-se

Oculta-se
Revela-se

Em instantes
Diversos
De comunhão
E de evasão

Aponta para um estado outro
Para um futuro
Que não o repetirá jamais

Isabel Rosete
0//8/03/08
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