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domingo, 23 de março de 2008

A Paz não se aquieta mais dentro de mim…

Não sou Atlas
Mas carrego
Nas costas
O peso do Mundo

O peso das convivências
Impiedosas
Que me atormentam

Dos olhares
Impertinentes
Que me crucificam

Da tolerância
Dissimulada
Que me esgota a alma…

O peso dos sorrisos
Hipócritas
Que me consomem o espírito

Da vileza
Sórdida
Que me rouba a seiva

Que raio de gentes…!

Só na vida alheia
Tropeçam
Isentas de infelicidade

Essa maldita
Intromissão no alheio

Essa maldita
Farsa da unidade

Essa maldita
Mesquinhez do Pré-conceito…

A identidade
Desprezam

A Diferença
Condenam

A uniformidade
Preservam
Em nome da impostura social
Que não pode ser adiada

Isabel Rosete
13/03/08
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