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domingo, 23 de março de 2008

O meu corpo
Em sofrimento contínuado
Consome-me todas as energias

Fico exausta
Prostrada

Permaneço deitada
Sem força
Para os membros erguer

As minhas mãos
Ainda não escrevem
O que o meu pensamento
Lhes determina

Até quando?

A incógnita
Persiste
Neste meu estar de agonia
Sem tréguas

Agonia-se-me a alma
Aproximo-me da Morte
A qualquer momento
Esperada

Sinto que o colapso final
Está aí
Algures
À minha espera
Pronto a revelar-se

Não o temo
Em mim jaz
Em mim está integrado

Lembra-me
Quão a existência é efémera
Quão ninguém
Somos
Neste espaço de arrogância
Que alimenta a incompreensão dos outros

Isabel Rosete
08/030/8
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