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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ah, como amo o Ex-traordinário
Na ausência de todos os limites,
O ser e o vir-a-ser de tudo o que
Na sua pujança
Ainda não é!

Um Mundo é sempre um Mundo!
Na vacuidade da sua representação formal,
No ilusório espaço de transmutação
Das criaturas
Sempre, em devir perpétuo.

Num espaço trans-planetário
Se desdobram e difundem
No mesmo de si
No mesmo de todos os outros.

Fusões de identidade
Dis-persas!

Criaturas e espaços!
Espaços das criaturas!
Do criado e do in-criado
Na inexistência da matéria originária
E da forma
Primogénita
Dos limites dos corpos!

E a hipérbole
Perpassa esta minha visão-do-mundo
Que ultrapassa o parecer-ser!

Sigo na direcção das essências
Almejo o Uno primordial
Algures
Oculto
Em qualquer parte do Universo.

25/11/2009
Isabel Rosete
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