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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sonho por entre as dunas desertas.
O desejo libidinal assoma,
O cheiro do Amor eleva-se
Nas mucosas ressequidas
Pela ausência da respiração orgástica.

O sonho e o desejo do sono...
O Eterno do prazer...
Já não têm par!

Mas, em uníssono se erguem.
Comovem a Alma,
O Espírito des-pertam,
Na ansiedade rara
De um amanhã mais terno.

Isabel Rosete
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