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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Tudo morre,
Tudo nasce,
Tudo se transforma.

Nada permanece…!
Nada permanece…!

A perpétua mudança
Impera,
Num equilíbrio inextinguível.

O Ser está aí,
Estável,
Em cada alvorecer,
Em cada des-floração.

Oculta-se,
Em todas as coisas,

Des-vela-se,
Em todos os entes,

Aparece
E desaparece,
Num círculo redondo.

Isabel Rosete
06/08/07
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