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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Uma paixão ardente me consome,
Mina todo o meu ser,
No mais recôndito de si.

Trespassa a minha alma,
Com agudos espinhos.

Uma fina dor eleva-se,
Mexe e remexe
As minhas entranhas.

Estremeço…,
Quando ouço a tua voz,
Meu amor.

Todo o meu corpo vibra,
Na proximidade da tua presença.

Sinto-me em mim.

És um sopro de vida,
Alimentas todo o meu ser,
Sugas todas as minhas energias.

Fico débil.

Permaneço na loucura
De uma hipersensibilidade indescritível,
Incontrolável,

Desesperadamente avassaladora,
Desconcertante,
Desordenada…

E, aqui estou, irremediavelmente só…

Isabel Rosete
25/01/08
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