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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Pensamos na morte
Em todos os momentos
Da nossa existência,
Individual e colectiva,
Mesmo
Que o façamos
Inconscientemente.

Receamos a morte,
A única certeza absoluta
De que dispomos,
Um vir a ser inevitável
Completamente irreversível.

A morte é lenta,
Até chegar
O derradeiro momento,
O instante final
Do seu incontornável
Aparecimento.

A todos
Bate à porta,
Sem aviso prévio
De recepção anunciada.

A morte?
Pois,
A morte!

Esse outro lado da Vida
Que não está iluminado,
Voltado ou virado
Para nós?

O que tememos?
Aquilo que ignoramos?

A morte!
O que é a morte?

A separação da alma e do corpo?
A passagem para um outro modo de ser?

O passaporte para uma outra Vida?
A entrada num outro estado de graça
Pleno e purificado?

Um horror?
Um Inferno?
O Nada?

Isabel Rosete
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