quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O que esperamos
Desta Humanidade,
Assim transviada?

O que esperamos
Deste Mundo cruel,
Indigno para os seres puros?

O que esperamos
Da ausência de senso
Dos que,
Pressupostamente,
Comandam as nossas vidas?

Esperança!
Mas que Esperança?
A da mudança do caos para a ordem?

Instaurado o caos,
Como ordem,
Resta-nos permanecermos
No vislumbre de qualquer espécie de expectativa,
Quiçá, possível!

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