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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Uma paixão ardente me consome,
Mina todo o meu ser,
No mais recôndito de si.

Trespassa a minha Alma,
Com agudos espinhos.

Uma fina dor
Eleva-se,
Mexe e remexe
As minhas entranhas.

Estremeço,
Quando ouço a tua voz,
Meu amor.

Todo o meu corpo vibra,
Na proximidade da tua presença.

Sinto-me em mim!

És um sopro de Vida,
Alimentas todo o meu ser,
Sugas todas as minhas energias.

Fico débil!
Permaneço na loucura
De uma hipersensibilidade indescritível,
Incontrolável,
Desesperadamente avassaladora,
Desconcertante,
Desordenada.

E, aqui estou,
Irremediavelmente só.
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