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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Pensar o mar em marés de desassombro,
Ao som do canto das gaivotas que passam,
Anunciando tempestades violentas.

Os amantes suspiram,
Por entre os ventos do Norte.
No mar derramam o seu choro,
De sal e alento.

Não há choro que o mar não acolha,
Quando os corpos ardentes
Se lançam nas águas resplandecentes.
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